sexta-feira, 14 de junho de 2013
Contos de fada inclusivo.
Era uma vez um Conto de Fadas Inclusivo
"Era uma vez um Conto de Fadas Inclusivo” é uma série de 11 histórias inspiradas nos clássicos contos de fadas, em que os personagens principais possuem algum tipo de deficiência. A coleção foi escrita e ilustrada por Cristiano Refosco, fisioterapeuta especializado em neuropediatria que atua em Porto Alegre, RS.
As histórias surgiram naturalmente durante as sessões de fisioterapia, para distrair seus pacientes. Os pequenos acabavam super motivados, se vendo como os super-heróis dos livros.
Aladown e a Lâmpada Maravilhosa
Segundo a Organização Mundial da Saúde, uma em cada sete pessoas no planeta apresenta algum tipo de deficiência física, sensorial ou intelectual. O objetivo da coleção é apoiar o trabalho de inclusão destas pessoas na sociedade, tanto nas atividades escolares quanto no convívio familiar.
"As pessoas geralmente acham que é só construir rampas e colocar as crianças em salas de aula mistas. Na verdade, a inclusão começa com a educação e esse projeto tem esse objetivo de educar desde cedo", afirmou Cristiano em entrevista ao site G1.
Nos contos de fadas inclusivos, Alice é uma menina autista, Branca de Neve é cega, Chapeuzinho Vermelho anda com uma cadeira de rodas e Aladim tem síndrome de down. Cada história aborda um tipo de deficiência, e traz ao final um glossário com a nomenclatura correta para tratar o assunto
Em todas as histórias, os personagens passam por grandes desafios que se tornam ainda maiores diante às suas deficiências. Mas a superação se torna possível por meio da aceitação e apoio da família e amigos. Eles também alcançam muitas conquistas descobrindo suas próprias capacidades e talentos escondidos. E vivem muito felizes no país da inclusão!
Veja alguns dos títulos da coleção:
Alice no País da Inclusão
Alice é uma menina autista que vai parar no País da Inclusão, um lugar onde todos possuem livre acesso e onde o preconceito a pessoas com deficiência não tem vez.
Branca Cega de Neve
Branca Cega de Neve é uma linda princesa que não enxerga. Quando vai morar com os sete anões na floresta, ela descobre que pode usar os seus outros sentidos para se defender da malvada madrasta.
Cinderela sem Pé
Cinderela nasceu sem um dos pés e usa um pé de madeira para caminhar. Ao ser convidada para o baile do castelo, ela conta com a ajuda de sua Fada Madrinha para viver uma noite mágica.
O Pequeno Polegar que não conseguia caminhar
Polegar é um menino que não consegue caminhar. Ao ser abandonado na floresta, ele decide tomar conta dos seus irmãos e protegê-los do Ogro Malvado.
Apesar de não ser ilustrador, Cristiano decidiu desenhar as próprias histórias para mostrar seu olhar sobre o universo das crianças com deficiência. A coleção inclui um CD com audiodescrição das histórias
Para mais informações, acesse o site Imaginancia.
Habilitar, reabilitar e educar o ser humano. GRHAU
O que é a prática educacional inclusiva?
Em comemoração ao Dia Mundial da Conscientização do Autismo, publicamos abaixo um texto retirado da Cartilha da Inclusão sobre o autismo com informações muito enriquecedoras sobre a prática educacional inclusiva, que ainda necessita de importantes avanços no Brasil:
Educação inclusiva significa que cada criança tem a oportunidade de aprender em escola de sua escolha. Todas as crianças são bem-vindas para a escola e irão aprender juntas em uma sala de aula regular.
A educação inclusiva se concentra na implementação das melhores práticas para crianças com necessidades especiais dentro da sala de aula regular. Dentro de salas de aula inclusivas, todas as crianças têm a oportunidade de interagir e aprender com seus pares.
Ambientes inclusivos podem aumentar a oferta de oportunidades de interações sociais para as crianças com autismo e por sua vez, melhorar as habilidades sociais desta população. Interagir com seus colegas dá aos alunos com autismo a oportunidade de praticar habilidades de comunicação, desenvolver amizades e ver como se comportam os colegas nas situações do dia a dia.
As pesquisas têm demonstrado que os colegas podem ajudar a ensinar habilidades sociais para alunos com autismo. Para que isso aconteça, as atividades deverão ser devidamente estruturadas; informação sobre autismo e como interagir com a pessoa autista tem de ser disponibilizada aos colegas, e os professores têm que guiar ativamente as interações e reforçar os esforços de interação entre os alunos com autismo e seus colegas (Wagner, 1999).
Os colegas também se beneficiam por terem colegas com autismo em sala de aula. Quando os colegas de crianças com autismo são educados sobre o autismo, e lhes é dada uma oportunidade para atuar como tutores dos colegas / amigos, eles aprendem a aceitação e a empatia, agem como modelos, e se tornam mais conscientes sobre os pontos fortes e fracos de cada indivíduo.(Wagner, 1999).
Veja na mais informações e orientações a educadores e professores para uma prática pedagógica inclusiva nos links abaixo:
Fonte: Cartilha Inclusão do Site Revista Autismo
Autores: Viviane Timmons, PhD; Marlene Breitenbach, MSEd, BCBA; Melissa Maclsaac
http://grhau.blogspot.com.br/2013/04/o-que-e-pratica-educacional-inclusiva.html
quinta-feira, 13 de junho de 2013
Nesse site você encontra o catalogo de publicações do MEC, muito bom.Suédia me indicou:Brincar para todos. Indicado para crianças com deficiência visual.Uma coletânea de brinquedos,com explicações para sua confecção
http://www.inclusive.org.br/?p=13893
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