segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

AudioDescriçao e suas possibilidades:

Eu usaria o desenho com áudio descrição para que o aluna pudesse participar com o grupo do reconto da história, logo após o vídeo ela também teria condições de recontar o que ouviu, podendo participar de maneira ativa durante a execução do vídeo com o grupo . E para os alunos videntes conhecerem como pode ser trabalhado o desenho ou outro vídeo com esse aluno, explicando a necessidade da aluna em receber essa descrição do que acontecia em tela.

Na áudio descrição da peça Ensina me a viver, acho que seria interessante para trabalhar com a turma e com o aluno, essa linguagem artística, e a sua forma de apresentação para uma pessoa que não pode ver, informando para os alunos e professores as possibilidades que podem ser usadas com esse aluno, mostrando que não há dificuldade em se trabalhar conteúdos visuais.

domingo, 8 de dezembro de 2013

Quando estava pesquisando sobre áudio- descrição encontrei esse vídeo, uma professora do infantil tem uma aluna com baixa visão, sugeri o vídeo para ela, que ficou muito animada e já passou pra sua outra sala, que não é a dessa aluna, mas as crianças gostaram muito de assisti-lo, são crianças com 3 anos, foi uma ótima experiência, eles vieram na SRM.
Percebi com essa experiência que a áudio-descrição acaba fornecendo mesmo para quem tem visão informações a mais, enriquecendo para quem vê, principalmente para os pequenos que as vezes são dispersos durante o período em que estão assistindo

domingo, 20 de outubro de 2013

Eu gosto muito desse jogo!Ele trabalha com vocabulário  de uma maneira lúdica, chamando a atenção da criança que interage com o esquilo, quando este conversa dando parabéns  pelos acertos.

Ele é indicado para autista mas podemos trabalhar com os alunos sua dificuldade atenção seletiva, fazendo indagações sobre as características do objeto, sobre o que ele deve fazer no jogo, pedir que ele repita quais as característica do objeto encontrado, qual foi a ordem dada pelo esquilo.Quais são as ações que temos que fazer no jogo: o que faremos primeiro?, e depois?, terminou?, o que foi que fizemos com o esquilo?

Aiello: um jogo recomendado para crianças (com autismo) entre cinco e nove anos.

Pais e educadores de crianças com autismo têm mais uma ferramenta a seu serviço. Um jogo criado por um mestre em ciências da computação pela PUC-RJ auxilia na alfabetização de estudantes nessa condição. Chamado Aiello, em homenagem a Santa Elena Aiello, a plataforma permite à criança associar nomes e imagens de objetos, ampliando seu vocabulário. "É um jogo simples que tem um personagem principal, um esquilo, que solicita uma palavra qualquer para a criança. Ele pede prato, então tem um prato lá e ela seleciona", explica o criador Rafael Cunha. Existe ainda a possibilidade de configurar o jogo para que, em vez de objetos, apareçam palavras, o que o faria útil também para auxiliar no aprendizado das palavras escritas. O software foi criado por Rafael como parte da sua dissertação de mestrado, defendida em dezembro do ano passado. A novidade é que o programa, que estava disponível apenas para a realização da pesquisa, foi liberado para acesso do público geral e já conta com uma série de usuários. A motivação para o desenvolvimento desse aplicativo veio da esposa de Rafael. Fonoaudióloga, ela estava atendendo uma criança com autismo que tinha dificuldade de socialização, mas se interessava muito por computadores. Logo, ele procurou uma maneira de usar o dispositivo para a alfabetização de crianças nessa condição. Segundo o psicólogo especialista na área Robson Faggiani, o uso da informática pode ser de grande importância na educação de autistas, já que eles costumam gostar de mídias interativas, como vídeos e games. Faggiani acredita que, desde que usadas com moderação e como complemento ao ensino regular, essas ferramentas são muito úteis. A professora do Departamento de Psicologia da PUC-RJ Carolina Lampreia auxiliou Cunha a entender as necessidades da criança com autismo. Ela realça que o método utilizado pelo jogo é interessante, pois trabalha de modo lúdico com o intuito de motivar a criança. Assim, ela se sente estimulada a seguir realizando as tarefas solicitadas. "O modelo que ele utilizou é muito interessante, chama-se escolha segundo a amostra. Você tem uma amostra e duas opções. Se escolhe a certa, a criança é recompensada de alguma forma, toca uma música ou o bonequinho se mexe", explica. Outra vantagem apontada pelo psicólogo é que a maior parte desses programas de computador é desenvolvida em outros países, o que torna o uso por crianças brasileiras mais difícil. Faggiani elogia a iniciativa: "É bom que um brasileiro esteja fazendo isso em português. Sou completamente a favor do uso", diz. O jogo é recomendado para crianças entre cinco e nove anos e está disponível no site www.jogoseducacionais.com, compatível com qualquer navegador de internet, tanto em dispositivos móveis quanto em computadores.

http://chpenhaprojetoseducacionais.blogspot.com.br/2012/07/aiello-um-jogo-recomendado-para.html


sexta-feira, 6 de setembro de 2013



Esse Software é muito interessante, você o usar para treinar acionadores, tem inúmeras telas e cores, que podem ser combinadas do jeito que você quiser, eu já usei ele com uma aluna DF, para o uso do acionador. Ele tem várias opções, com mais de um toque, com som, sequência, todos necessitam que a criança acione o movimento.

 http://www.assistiva.com.br/tassistiva.html

PORTUGUÊS/ESPANHOL (BRASIL, PORTUGAL, ESPANHA)

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sábado, 3 de agosto de 2013

Vereadora com síndrome de Down toma posse na Espanha

Ángela Bachiller vai substituir Jesús Galván na Câmara de Valladolid.
Jovem era auxiliar administrativa no Departamento de Assistência Social.

Do G1, em São Paulo
16 comentários
A vereadora Ángela Bachiller  (Foto: EFE)A vereadora Ángela Bachiller (Foto: EFE)
Ángela Bachiller tornou-se nesta segunda-feira (29) a primeira vereadora com síndrome de Down a tomar posse na câmara municipal da cidade de Valladolid, na Espanha.
Segundo o jornal espanhol "El País", Bachiller trabalhava como auxiliar adminstrativa no Departamento de Assistência Social de Valladolid e substituirá Jesús García Galván, que é acusado de suborno num processo de licenciamento urbanístico.
A jovem de 29 anos foi candidata pelo Partido Popular (PP) nas últimas eleições municipais e ficou em 18° lugar, podendo substituir um dos 17 vereadores caso algum contratempo acontecesse.
"Obrigado por tudo, obrigado por terem me dado confiança", disse, após jurar lealdade ao rei.
tópicos:
  • Espanha
  •  http://g1.globo.com/mundo/noticia/2013/07/vereadora-com-sindrome-de-down-toma-posse-na-espanha-diz-jornal.html

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

AEE-Fechamento_MARIA

A necessidade de se conhecer quais os instrumentos que possuímos e o que podemos cobrar. O que nos garante a Lei, qual a nossa verdadeira função e até onde vai o nosso papel, porque somos cobrados além da nossa função, e as vezes não temos condição de fazer aquilo que não nos diz respeito. Conhecer até onde é nosso papel é muito importante, tanto para executar um trabalho com responsabilidade e competência como para dizer não quando é necessário. O estudo de caso situa a professora com a realidade do aluno, neste estudo ela toma conhecimento da história do aluno e das suas necessidades, e os objetivos que são necessários para se atender esse aluno. Acredito que toda vez que vamos fazer um plano existe o aprofundamento dos problemas em questão, as necessidades reais e o que pode ser feito para potencializar ou ampliar o que é necessário.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Educação Condutiva Com Amor

Educação Condutiva Com Amor
http://grhau.blogspot.com.br/2013/02/era-uma-vez-um-conto-de-fadas-inclusivo.html

Contos de fada inclusivo.

Era uma vez um Conto de Fadas Inclusivo "Era uma vez um Conto de Fadas Inclusivo” é uma série de 11 histórias inspiradas nos clássicos contos de fadas, em que os personagens principais possuem algum tipo de deficiência. A coleção foi escrita e ilustrada por Cristiano Refosco, fisioterapeuta especializado em neuropediatria que atua em Porto Alegre, RS. As histórias surgiram naturalmente durante as sessões de fisioterapia, para distrair seus pacientes. Os pequenos acabavam super motivados, se vendo como os super-heróis dos livros. Aladown e a Lâmpada Maravilhosa Segundo a Organização Mundial da Saúde, uma em cada sete pessoas no planeta apresenta algum tipo de deficiência física, sensorial ou intelectual. O objetivo da coleção é apoiar o trabalho de inclusão destas pessoas na sociedade, tanto nas atividades escolares quanto no convívio familiar. "As pessoas geralmente acham que é só construir rampas e colocar as crianças em salas de aula mistas. Na verdade, a inclusão começa com a educação e esse projeto tem esse objetivo de educar desde cedo", afirmou Cristiano em entrevista ao site G1. Nos contos de fadas inclusivos, Alice é uma menina autista, Branca de Neve é cega, Chapeuzinho Vermelho anda com uma cadeira de rodas e Aladim tem síndrome de down. Cada história aborda um tipo de deficiência, e traz ao final um glossário com a nomenclatura correta para tratar o assunto Em todas as histórias, os personagens passam por grandes desafios que se tornam ainda maiores diante às suas deficiências. Mas a superação se torna possível por meio da aceitação e apoio da família e amigos. Eles também alcançam muitas conquistas descobrindo suas próprias capacidades e talentos escondidos. E vivem muito felizes no país da inclusão! Veja alguns dos títulos da coleção: Alice no País da Inclusão Alice é uma menina autista que vai parar no País da Inclusão, um lugar onde todos possuem livre acesso e onde o preconceito a pessoas com deficiência não tem vez. Branca Cega de Neve Branca Cega de Neve é uma linda princesa que não enxerga. Quando vai morar com os sete anões na floresta, ela descobre que pode usar os seus outros sentidos para se defender da malvada madrasta. Cinderela sem Pé Cinderela nasceu sem um dos pés e usa um pé de madeira para caminhar. Ao ser convidada para o baile do castelo, ela conta com a ajuda de sua Fada Madrinha para viver uma noite mágica. O Pequeno Polegar que não conseguia caminhar Polegar é um menino que não consegue caminhar. Ao ser abandonado na floresta, ele decide tomar conta dos seus irmãos e protegê-los do Ogro Malvado. Apesar de não ser ilustrador, Cristiano decidiu desenhar as próprias histórias para mostrar seu olhar sobre o universo das crianças com deficiência. A coleção inclui um CD com audiodescrição das histórias Para mais informações, acesse o site Imaginancia.

Habilitar, reabilitar e educar o ser humano. GRHAU

O que é a prática educacional inclusiva? Em comemoração ao Dia Mundial da Conscientização do Autismo, publicamos abaixo um texto retirado da Cartilha da Inclusão sobre o autismo com informações muito enriquecedoras sobre a prática educacional inclusiva, que ainda necessita de importantes avanços no Brasil: Educação inclusiva significa que cada criança tem a oportunidade de aprender em escola de sua escolha. Todas as crianças são bem-vindas para a escola e irão aprender juntas em uma sala de aula regular. A educação inclusiva se concentra na implementação das melhores práticas para crianças com necessidades especiais dentro da sala de aula regular. Dentro de salas de aula inclusivas, todas as crianças têm a oportunidade de interagir e aprender com seus pares. Ambientes inclusivos podem aumentar a oferta de oportunidades de interações sociais para as crianças com autismo e por sua vez, melhorar as habilidades sociais desta população. Interagir com seus colegas dá aos alunos com autismo a oportunidade de praticar habilidades de comunicação, desenvolver amizades e ver como se comportam os colegas nas situações do dia a dia. As pesquisas têm demonstrado que os colegas podem ajudar a ensinar habilidades sociais para alunos com autismo. Para que isso aconteça, as atividades deverão ser devidamente estruturadas; informação sobre autismo e como interagir com a pessoa autista tem de ser disponibilizada aos colegas, e os professores têm que guiar ativamente as interações e reforçar os esforços de interação entre os alunos com autismo e seus colegas (Wagner, 1999). Os colegas também se beneficiam por terem colegas com autismo em sala de aula. Quando os colegas de crianças com autismo são educados sobre o autismo, e lhes é dada uma oportunidade para atuar como tutores dos colegas / amigos, eles aprendem a aceitação e a empatia, agem como modelos, e se tornam mais conscientes sobre os pontos fortes e fracos de cada indivíduo.(Wagner, 1999). Veja na mais informações e orientações a educadores e professores para uma prática pedagógica inclusiva nos links abaixo: Fonte: Cartilha Inclusão do Site Revista Autismo Autores: Viviane Timmons, PhD; Marlene Breitenbach, MSEd, BCBA; Melissa Maclsaac http://grhau.blogspot.com.br/2013/04/o-que-e-pratica-educacional-inclusiva.html

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Nesse site você encontra o catalogo de publicações do MEC, muito bom.Suédia me indicou:Brincar para todos. Indicado para crianças com deficiência visual.Uma coletânea de brinquedos,com explicações para sua confecção http://www.inclusive.org.br/?p=13893

domingo, 26 de maio de 2013

Pesquisa sobre AEE

No site dessa escola a uma reportagem completa sobre o trabalho que é feito na sua sala de Recurso bem como mais informações sobre o tema, leis e filmes e atividades. EAD pesquisa sobre AEE (http://domvicentedepaula.blogspot.com.br/p/sala-de-recurso-multifuncional.html)

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Novos tempos

Assisti, ao Helpdesk e Web 2.0. No primeiro vídeo é interessante como eles representaram o que acontece quando nos confrontamos com uma coisa nova, e o interessante é que ao nossos olhos é algo corriqueiro por isso podemos analisar o comportamento do homem quando recebe um livro para ler e não sabe como abri-lo e manusear, já que estava acostumado com o rolo de papel. Suas dúvidas são parecidas com as nossas frente ao computador, como abrir, vou perder dados, salvar e agora como faço. No segundo são as possibilidades que temos diante do computador, ao digitar palavras obtemos informações sem controle, mas quem comanda a maquina somos nós. O que nós leva a refletirmos sobre a ética e valores que devem ser levados em conta quando estamos diante da web , pois podemos transformar a informação só trocando algumas letras. Temos autonomia para usarmos todas as ferramentas que a máquina disponibiliza, ensinamos a máquina, a máquina somos nós. Uma reflexão muito interessante gostei muito.

quarta-feira, 22 de maio de 2013